Caiu o pano no Open Knowledge Festival

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Foram 3 dias intensos e com muitas sessoes para assistir e saber um pouco mais sobre o que esta a acontecer no mundo entre desenvolvimento de software, novos aparelhos e tendencias em participacoes comunitarias online, partilha de experiencias norte-sul etc.

O Ultimo dia participei na sessao OPEN DESIGN onde se falou das FabLab (um conceito que nas na MIT nos Estados Unidos da America) e do conceito em si do design, fazendo uma corelacao com o que se faz no Open Source e uma discussao a volta d experiencias concretas em Barcelona(nao bem sucedida) e outras partes da Europa e extensao do mesmo conceito para Hardware por exemplo.

OPEN DEMOCRACY AND CITIZEN MOVIMENTS, mais sobre os direitos civicos e estive presente apenas no momento em que se falava da experiencia dos Pais Basco e por fim a OPEN DEVELOPMENT onde se fez apresentacao da iniciativa The Landy Portal que pretende disponibilizar informacoes sobre o uso da terra em todo o mundo (actualmente em Ingles, Frances e Espanhol) embora os conteudos podem estar em qualquer lingua. Houve alguma discussao sobre a relevancia da informacao fornecida, a participacao nos grupos de discussao. Pessoalmente questionei a questao da inclusao de mais linguas e que possibilidades tinha um pequeno farmeiro em Mocambique em saber que existe a iniciativa, o uso dos seus dados e a participacao (mesmo das ONGs que trabalham na area)…ficou-se por ver se haveria algum focal point em Mocambique (se houver alguem interessado?) e adicionar interface em portugues e tentar resumir as discussoes havidas em outras linguas.

Enfim, foi uma oportunidade (participar no OKFest) boa e me fez recordar algumas iniciativas africanas onde ja participei como IST@frica & eLearning Africa.

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